PIX, CNPJ, MEI, IMPOSTOS, LUCROS, CONTAS BANCÁRIAS E A REFORMA TRIBUTÁRIA 2026
Aqui estão as principais recomendações recentes de contadores e tributaristas sobre o uso de recebimentos via PIX e cartão de crédito por pessoas físicas e MEIs, com foco em conformidade tributária, gestão de riscos e boas práticas (baseado nas publicações e análises mais atuais de órgãos oficiais, conselhos de contabilidade e especialistas):
1. Entenda o novo regime de fiscalização (e-Financeira)
Monitoramento obrigatório de movimentações
A partir de 1º de janeiro de 2025, a Receita Federal ampliou o controle sobre as movimentações financeiras, incluindo:
PIX, cartões de crédito e outras transações eletrônicas serão reportados ao Fisco por meio do módulo e-Financeira.
As instituições financeiras e de pagamento devem enviar esses dados se o total mensal movimentado ultrapassar:
R$ 5.000,00 para pessoas físicas;
R$ 15.000,00 para pessoas jurídicas/MEIs.
2. Não há criação de imposto sobre PIX ou cartão, apesar da intensificação da fiscalização:
Não foi criado imposto novo sobre o PIX ou cartão de crédito.Não há cobrança automática de IR por transações via PIX acima de R$ 5.000.
3. Para MEIs: obrigação de emissão de nota fiscal quando for cliente PJ.
4. Cuidados com a declaração de IR (PF e MEI)
5. Gerenciamento de risco e organização contábil:
- Justificar entradas em caso de fiscalização;
6. Boas práticas recomendadas
Resumo das recomendações principais:
Vigilância sobre o PIX quando há indícios de operações ilícitas.
Receita Federal nega vigilância sobre o Pix e reforça foco no combate a fraudes
Receita nega acesso a dados de transações individuais
Desinformação sobre vigilância financeira
Atuação legítima no combate a fraudes financeiras
Fake news enfraquecem o combate à criminalidade
Cooperação entre órgãos e transparência fiscal
Proteção de dados e sigilo garantidos por lei
Transparência e segurança jurídica
Em resumo:
Pix dos Impostos já está em teste pela Receita Federal!
A Receita Federal iniciou os testes de uma plataforma inédita para recolher tributos dentro do modelo da reforma tributária. Conhecida como “Pix dos Impostos”, a tecnologia tem capacidade para processar até 70 bilhões de documentos por ano — 150 vezes mais do que o volume atual de transações do Pix.
O sistema promete transformar a forma como empresas e escritórios contábeis lidam com suas obrigações. A proposta é automatizar e centralizar o cálculo e pagamento de impostos em tempo real, por meio do modelo de split payment: no ato da venda, uma parte do valor vai direto para os cofres públicos e outra para o fornecedor, garantindo também o registro automático dos créditos tributários ao longo da cadeia.
O que muda para as empresas?
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Eficiência: conciliações fiscais e créditos tributários feitos de forma automática.
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Transparência: clareza sobre os tributos embutidos nos preços.
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Segurança: redução de erros e fraudes.
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Inovação social: possibilidade de “cashback” tributário para famílias de baixa renda.
A transição, no entanto, será desafiadora. Para escritórios, médios e pequenos empresários, adaptar ERPs e processos internos desde já é fundamental. Antecipar-se é a chave para evitar gargalos e manter a conformidade.
Na NTW Recife Contabilidade, estamos prontos para guiar nossos clientes nesse novo cenário, oferecendo orientação estratégica e segurança em cada passo da mudança.
Converse com a NTW Recife e prepare sua empresa para o futuro da tributação.
Governo Revoga Monitoramento do PIX - Veja o que Fabio Faros contador em Recife tem a falar
Acesse: https://blog.ntwrecife.com.br/consultoria-receitafederal-fiscaliza-o-pix
Governo decide revogar ato de monitoramento do Pix
O pronunciamento foi realizado em coletiva de imprensa, ao lado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Em sua fala, o chefe da equipe econômica disse que a revogação busca dar força à tramitação de uma Medida Provisória (MP) que o governo vai assinar.
O texto vai reforçar os princípios de gratuidade e de sigilio bancário do uso do Pix, segundo Haddad.
O que aconteceu?
A partir deste ano, a Receita Federal iria ampliar o monitoramento de dados sobre transações financeiras. No seu radar, passariam a ser incluídas instituições financeiras como operadoras de cartão, instituições de pagamento – incluindo plataformas e aplicativos – bancos virtuais e, inclusive, varejistas de grande porte que ofereçam programas de crédito.
Elas deveriam informar o Fisco sobre:
- Transações de R$ 5 mil ou mais realizadas por pessoas físicas;
- Transações de R$ 15 mil ou mais feitas por pessoas jurídicas, as empresas.
A repercussão da medida, porém, se confundiu com notícias falsas sobre taxações extras por parte da Receita.
A desinformação foi utilizada por golpistas para ludibriar o contribuinte, e aplicar cobranças indevidas sobre o mesmo. Haddad comentou sobre golpes que teriam utilizado boletos falsos com o logo do Fisco para cobrar as vítimas.
Recebimentos via PIX: O Que Muda com a Nova Fiscalização da Receita Federal
Cuidado com o Pix - Receita Federal intensifica cruzamento de dados
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